Dinamarca
Foi uma longa viagem: 21 dias.
Começamos por Copenhague, um país nórdico,
situado entre o Mar Báltico e o Mar do Norte.



Situamo-nos, em sua capital, Copenhague, com águas límpidas e azuis por todos os lados. São quase 500 ilhas, onde se podem visualizar muitos castelos e também a arquitetura moderna.






Nyhavn
É um dos bairros mais famosos da capital, repletos de restaurantes e bares com prédios bem coloridos. Aqui se encontra o centro dos dinamarqueses e dos turistas, principalmente, no verão.





Nyhavn também é o ponto do canal por onde saem os barcos para passeios turísticos.




Tyvoli
Um dos parques de diversões mais antigos do mundo e o que inspirou Walt Disney. Os seus jardins é uma atração à parte pelo colorido e beleza.


Kastellet
A estátua da Pequena Sereia fica, na cidadela de Kastellet, o monumento mais famoso de Copenhague construído, em 1913, por um cervejeiro e inspirado em um dos contos mais famosos de Hans Christian Andersen.

Palácio de Amalienborg
Um conjunto de quatro palácios simétricos e situado ao redor da praça Amalienborg. É a residência de inverno da Família Real dinamarquesa.


Todos os dias ocorre a troca da guarda real, às 11: 30, cuja missão é proteger a rainha e os membros da família real


A Gefion Fonte faz alusão mítica às origens de Copenhague. A mulher representa a Grande Deusa-Mãe dirigindo um arado puxado por quatro bois que das narinas espirram água.

Segundo a lenda local, a mulher representa aquela que semeia e fecunda a Terra. A água, que jorra em abundância, significa o elemento feminino, associado à manutenção da vida. O touro simboliza a pujança e o arado o movimento agrícola da fertilização.
Centro de Copenhague
A alegria do povo, em um país nórdico, embora discreta, surpreendeu-me realmente.
A presença de famílias com filhos nas ruas foi um encontro interessante de ver e também olhar a loirice natural deste povo tão gentil, com olhos muito azuis, como as suas águas.



Os estacionamentos e as avenidas repletas de bicicletas deixam nítida a preocupação da sociedade com a mobilidade urbana.

Em Copenhague, as torres singulares, nos prédios centenários, sinalizavam-me: o céu é ali.





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