segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Dinamarca

Foi uma longa viagem: 21 dias.

Começamos por Copenhague, um país nórdico,

situado entre o Mar Báltico e o Mar do Norte.

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Situamo-nos, em sua capital, Copenhague, com águas límpidas e azuis por todos os lados. São quase 500 ilhas, onde se podem visualizar muitos castelos e também a arquitetura moderna.

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Nyhavn

 

É um dos bairros mais famosos da capital, repletos de restaurantes e bares com prédios bem coloridos. Aqui se encontra o centro dos dinamarqueses e dos turistas, principalmente, no verão.

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Nyhavn também é o ponto do canal por onde saem os barcos para passeios turísticos.

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Tyvoli

Um dos parques de diversões mais antigos do mundo e o que inspirou Walt Disney. Os seus jardins é uma atração à parte pelo colorido e beleza.

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Kastellet

 

A estátua da Pequena Sereia fica, na cidadela de Kastellet, o monumento mais famoso de Copenhague construído, em 1913, por um cervejeiro e inspirado em um dos contos mais famosos de Hans Christian Andersen.

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Palácio de Amalienborg

Um conjunto de quatro palácios simétricos e situado ao redor da praça Amalienborg. É a residência de inverno da Família Real dinamarquesa.

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Todos os dias ocorre a troca da guarda real, às 11: 30, cuja missão é proteger a rainha e os membros da família real

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A Gefion Fonte faz alusão mítica às origens de Copenhague. A mulher representa a Grande Deusa-Mãe dirigindo um arado puxado por quatro bois que das narinas espirram água.

 

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Segundo a lenda local, a mulher representa aquela que semeia e fecunda a Terra. A água, que jorra em abundância, significa o elemento feminino, associado à manutenção da vida. O touro simboliza a pujança e o arado o movimento agrícola da fertilização.

Centro de Copenhague

 

A alegria do povo, em um país nórdico, embora discreta, surpreendeu-me realmente.

A presença de famílias com filhos nas ruas foi um encontro interessante de ver e também olhar a loirice natural deste povo tão gentil, com olhos muito azuis, como as suas águas.

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Os estacionamentos e as avenidas repletas de bicicletas deixam nítida a preocupação da sociedade com a mobilidade urbana.

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Em Copenhague, as torres singulares, nos prédios centenários, sinalizavam-me: o céu é ali.

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domingo, 24 de janeiro de 2016

Letônia

Depois de passar pela Estônia, fomos para a Letônia.
Conhecemos Riga, capital da Letônia, situada às margens do Mar Báltico, região que já pertencera à antiga União Soviética.
   Fatos muito interessantes aconteceram.





Os jardins são esplendorosos, principalmente, para quem tem uma baixíssima temperatura de inverno com 20 ou 30 graus abaixo de zero.







 Monumento à Liberdade 



É um memorial em honra aos soldados mortos, em ação, durante a Guerra da Independência da Letônia.

A arquitetura gótica enfeita o centro histórico de Riga.

Este é o Edifício da Prefeitura, a “House of the Blackheads”




Um fato inusitado aconteceu comigo. 

Adoro plantas e jardins. Fotografando estes alvos, perdi-me da excursão e tive de ficar conhecendo a cidade sozinha, até o encontro com o marido e os amigos, em frente à praça da Liberdade. Um movimento de policiais e pessoas vestidas, formalmente, ali se encontravam. 

Pensei em policiamento por um fato grave. 

Mas, era a visita do político israelense, Shimon Peres, que visitava a Letônia.



Depois do cerimonial com flores, em homenagens aos mortos locais, uma senhora ao meu lado, chamou o presidente, que veio ouvir suas queixas, eu penso, pois não entendo russo.


Ele foi tão educado com os dois senhores, que resolvi chamá-lo, pois estava bem ao meu lado, claro, acompanhado de seguranças e canais de TV.
  Ele veio ao meu encontro e disse-lhe que gostei muito da cidade, Riga, capital da Letônia.
 Parece que gostou do que eu disse, pois sorriu, como um alívio, diante da crítica que ouvira anteriormente.
O fato está documentado neste vídeo.


Fomos muito emocionados, depois de contar ao meu marido este evento, almoçar em um restaurante medieval.
Parecia uma caverna, com tudo muito rústico, mas a comida 
deliciosa.





A sobremesa, um sorvete, foi um outro destaque-surpresa.


A viagem ainda havia novos roteiros: O Rundales Pils.
O mais importante palácio barroco na Letônia e um dos mais importantes monumentos históricos do país, sendo referido, muitas vezes, como o Versailles do Báltico. 








Jardins do Rundales que realmente lembram Versalles.







sábado, 23 de janeiro de 2016

Estônia

Novamente embarcamos, em um ferry boat, para ir a Tallin, capital da Estônia.







Tallin é uma pequena e simpática cidade e a visitamos em poucas horas.





Esta cidadela é cercada pela arquitetura russa que herdou dos tempos de domínio russo e da ex-República Soviética. Aqui é o Centro histórico, Patrimônio da Humanidade.